11 de dezembro de 2019/POR Ana Luiza Cavalcante

A primeira imagem que vem à nossa cabeça quando lembramos do Rio de Janeiro é, sem dúvida, a praia. Mas a região serrana do Estado é cheia de lugares incríveis para passar o fim de semana e desconectar da correria da cidade grande. Foi mais ou menos por esses motivos que resolvi desbravar o Rock The Mountain 2019, em Itaipava.

Confira o review da edição 2018 do Rock The Mountain

Pela divulgação no Instagram do festival já dava para perceber que seria algo regado de experiências sonoras, com um pouco de aventura, muuuita natureza e consciência ambiental. Além de tudo isso, claro: artistas sensacionais e pistas que iam de hip-hop ao disco, com uma pitada de funk, para não perder o costume carioca.

Como foi o Rock The Mountain 2019

Rock The Mountain 2019

Cheguei por volta das 18h e logo percebi várias pessoas reclamando do transfer oficial que saiu do Rio direto para o festival. Muito trânsito devido à chuva na capital carioca provocaram o atraso do transfer. Até mesmo pessoas que estavam na equipe de produção do evento tiveram dificuldade para chegar no horário planejado.

O bar do festival tinha várias opções de bebidas. Os valores praticados estavam um pouco salgados: água e a coca-cola R$10,00 e a cerveja Budweiser, lata, R$13,00. Já a dose de whisky Seagrams + Red Bull, R$30,00, e o gin Beefeater + Red Bull, R$ 40,00. A sensação do festival foi a bebida mineira Xeque Mate, que agradou muito o público presente. Também o Adoro Frozen, com uma mistura bem tropical, também foi uma opção refrescante. Já a Red Bull vendeu baldinhos para dividir o drink com a galera!

Um ponto crítico em todo festival foram os banheiros – um ponto bem delicado de acertar, quem trabalha com produção de eventos, sabe. Fica a dica para a produção aumentar o número de banheiros para a próxima edição.

Ativações de marca

Entre as ativações do festival uma das que mais se destacou foi da Adoro Frozen, com o passeio de balão. A Sympla também foi destaque com um bungee jump, e o app Ame Digital com uma parede de escalada e tirolesa.

Tirolesa

Outro destaque foi a piscina de bolinha e a lojinha com os itens personalizados do festival assinados pela Redley. A arquibancada da Budweiser ficou lotada para a galera poder descansar um pouco e também assistir aos shows no palco principal. Logo abaixo, também era possível comprar vários itens da marca em sua lojinha.

Os shows do Rock the Mountain

Johnny Hooker

Os shows que mais me marcaram foram: Johnny Hooker, Mapei, Emicida, Natiruts, Biltre, Boogarins, Lamparina e a Primavera e Duda Beat. Enquanto o show do Johnny Hooker não começava, me surpreendi com a descoberta do artista Kazy Lambist, que fez aquele show estilo música ambiente delicinha que a gente não consegue parar de escutar.

A pista Bud Basement foi o fervo do festival. Lá dava para dançar até o chão regado a muito hip hop e funk. Já a pista Magic Disco foi o ponto alto com aqueles clássicos da dance music que nunca saem de moda.

No geral, o festival foi bem massa, com uma vibe muito alto astral rodeado pelas montanhas de Itaipava. Além disso o lineup foi bem diversificado, agradando à gregos e troianos!

O Rock the Mountain marcou presença aqui no Projeto Pulso no ano passado e nesse também. Pelo visto, 2020 ele volta pra um mais que merecido bis. Valeu, galera!