Review Psicodália - Um Woodstock em Pleno Carnaval - Pulso

Review Psicodália – Um Woodstock em Pleno Carnaval

O festival Psicodália fica em Rio Negrinho (SC), perto do Paraná. As metrópoles mais próximas são Curitiba (de onde chegam diversas vans) e Joinville.

Foto: Divulgação

Parte da nossa turma foi de avião até Curitiba e de lá alugou um carro. A outra parte foi de carro, daqui de BH.

Para chegar foi tranquilo porque o festival fica numa fazenda onde rolam muitos eventos, então o local já é bem conhecido.

Não pegamos fila porque chegamos no sábado. Mas ficamos sabendo que a galera que chegou na sexta-feira pegou um pouco e rolaram alguns problemas no sistema, o que atrasou um pouco a entrada no local.

O estacionamento é dentro do próprio evento mas somente para carros. Quem chega de ônibus de excursão tem que andar um pouco até a entrada do camping, que é super organizado e bem tranquilo de dormir por algumas horas, já que na região não faz tanto calor (quanto no Universo Parallello, por exemplo.

Os shows começavam às 14h e iam até 6h da manhã. A galera podia descansar na área perto dos palcos ou ir para área do camping. Muitos ficavam espalhados em cangas próximo do palco, estilo Woodstock.

Foto: Divulgação

Vale destacar os shows dos mestres: Ney Matogrosso e Erasmo Carlos. Além de Icolini, Confraria da Costa, Francisco El Hombre, Charlie e os Marretas e Meta Meta.

Foto: Divulgação

Na área onde ficava o cinema, passava uns documentários e tinha um rolê que chamava “Insônia Psicodélica” (eram filmes a partir das 23h até às 05h, só psicodelia), muito massa!

Foto: Divulgação

Uma coisa rara de se ver em festivais são os preços justos de comida e bebida. Pois esse foi um ponto que me impressionou no Psicodália.

A praça de alimentação servia burger, pizza e macarrão, TUDO  a R$ 10,00, cerveja e refri a R$ 5,00 e água tinha refil a R$ 1,00. O esquema é aquele de cartão que você coloca um valor e vai gastando e depois recarrega, o que também é bem melhor que ficha que molha e se perde fácil.

Foto: Divulgação

Os banheiros posso dizer que a estrutura era bem de boa. Chuveiro para banho somente gelado (morninha, só em casa rsrs!). Para a necessidade número “2” o banheiro era seco, muito tranquilo!

Foto: Divulgação

No geral, o clima do festival é muito paz e amor! A galera vai para ficar numa boa, não rolam confusões e é fácil fazer amizades. Sempre tem um ou outro que você acaba puxando um assunto de algo incomum, seja pela música, oficina ou pelo momento da vibe do festival em si.

Foto: Divulgação

Para quem nunca foi, recomendo ir para conhecer novos sons, novas bandas! Vale lembrar que como todo bom festival, esse também rola uma loja de vinil e souvenir de todas as bandas que estavam tocando.

PONTO POSITIVO

Camping

Banheiros

Shows

Valor da comida e bebida

Estacionamento dentro do festival

PONTOS A MELHORAR…

Banho Frio

A chuva poderia ter prejudicado e muito o festival mas choveu apenas no primeiro dia.

Entrada no primeiro dia foi um pouco confusa.

Henrique Rocha Por Henrique Rocha

Guitarrista, quase arquiteto e apaixonado por música. Na constante busca por novos sons, sem esquecer os grandes clássicos.

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