Review: a Experiência EDC 2015 em Comunidade - Pulso

Review: a Experiência EDC 2015 em Comunidade

Se você já leu alguns dos nossos posts, sabe que o Pulso é um projeto coletivo, feito por e para apaixonados por festivais. Além dos textos dos nossos colunistas, também publicamos reviews e opiniões de amigos que se aventuram por muitos festivais pelo mundo.

Porém, o espírito coletivo do Pulso nunca havia sido tão forte como no último final de semana, quando vivemos a experiência do EDC conjuntamente com um grupo de leitores e amigos. Através de um grupo no Whatsapp trocamos expectativas, informações e impressões e avaliações sobre o EDC. Em tempo real, rolaram informações sobre o trânsito, portões de entrada e até mesmo dicas sobre como fugir da lama que dominou alguns palcos no sábado.

Também teve juras de amor aos DJs preferidos, muita fotos dos palcos, elogios e críticas ao evento.

O que rolou por lá, o que a galera viu, curtiu ou criticou, você vê por aqui! 

Esse é o primeiro review Pulso Community!

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Sobre o público

As fantasias e óculos iluminados chamou a atenção da galera. As capas de chuva e galochas apareceram no segundo dia, enquanto teve gente de olho nas camisetas estampadas e com nomes dos DJs. Seriam as camisetas de DJs as novas camisas de bandas, tão tradicionais nos festivais de rock?

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Imagens: Fernanda Mello, Israel Silva e Thaísa Laffitte

Estrutura

Galera se impressionou (e se empolgou) com a decoração do festival:

Lucas Vieira: Eu fiquei surpreso com as estruturas do festival, principalmente do palco NEONGARDEN, sensacional o jogo de luzes e todo o audiovisual.

Thaísa Laffitte: Muitos ângulos, qual eu fotografo?

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Imagens Thaísa Laffitte e Fernanda Mello

A decoração estava bem linda nas fotos, mas teve gente que falou que de perto rolava uma certa decepção:

João Azolin: De longe é bacana mas de perto parece meio “pobre”

Inácio Martinelli: Os brinquedos são divertidos e dão um efeito ótimo por serem muito iluminados. Porém, achei que o autódromo estaria mais decorado. Árvores e cogumelos estavam bonitos, mas achei pouco para a cenografia de um evento desse porte.

Galera também curtiu os palcos ‘alternativos’:

Inácio Martinelli: O palco móvel, em formato de rádio, e o Pacman foram acertos que, inclusive, podem ser replicados em outros festivais.

Lucas Vieira: O negativo ficou por conta do boombox, a idéia é d+, mas na prática várias vezes o som se mistura com o de outro palco, além de ser muito baixo.

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Imagens Rodrigo Rodriguez e Lucas Vieira

Lama e fichas de papel

No segundo dia, a chuva que ameaçava cair em SP gerou grande expectativa no grupo, especialmente quando recebemos essa imagem:

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Imagem do Afonso Rodrigues

Israel Silva: A cabeça é inflada …ela murchou…talvez o sistema q mantinha ela cheia tenha parado de funcionar…

A galera não se deixou abater e seguiu para o Autódromo, que seguiu registrando os problemas ocasionados pela chuva e lama :

Inácio Martinelli: Parece que o pessoal do EDC não checou o clima de SP, visto que nem os DJs contavam com uma cobertura adequada. Colocar uma tenda, daquelas que se compra nas Casas Bahia para o churrasco da firma, em um palco de última geração, foi o maior mico do evento.

Alexandre Jorge: Colocaram piso no néon e no mainstage. E não colocaram no basspod agora tá horrivel!

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Imagens: Alexandre Jorge, Rodrigo Rodriguez e Inácio Martinelli

Além, é claro, das fichas de papel, que não resistiram a tanta água que caiu no domingo:

Inácio Martinelli: Em tempos de festivais cashless, usar aquelas fichas estilo “nota fiscal” é ultrapassado e nada prático. Vi pessoas tentando trocar fichas molhadas pela chuva, sem sucesso.

Alexandre Jorge: A fila dos caixas principais estava dando voltas e aqueles tickets de papel na chuva não tava dando certo né…

Thaísa Laffitte: Muita gente ficou sem tickets, depois de molhados, não dava pra usar e com aquela chuva. Impossível não molhar.

Artistas

Mas nem a chuva nem a lama desanimou a galera, que elegeu seus favoritos:

João Azolin: Jamie Jones, inspirado fez a galera dançar muito.

Fernanda Mello: Jamie Jones fato!!! Uma senhora produção de audiovisual…som nas alturas e a qualidade de som foi mantida.

Inácio Martinelli: Marc Houle estava inspirado e fez um live incrível no Neon Garden. Mistura de techno e deep – underground – na medida certa.

Lucas Vieira: Pra mim foi o Gorgon City, todo aquele audiovisual de Grécia antiga, um house fino e os cantores soltando a voz foram de tirar o fôlego. Nota 10!

Thaísa Laffitte: Valeu o meu ingresso, valeu a chuva!!!

Alexandre Jorge: Yellow claw, valeu tudooooooo

Rodrigo Rodriguez: Ok, Jamie Jones, GTA, Luciano e Dash Berlin foram fodas. Mas fico com The Magician.

Junior Maiz: GTA que destruíram o palco BassPOD. Muitas trap pesadas que nem a chuva e a lama impediu a galera de curt MT. Eu Curt  dms e cantei Red Lips

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Apresentações do Jamie Jones e do Dubfire. Imagens: Thaísa Laffitte 

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Fernanda Mello: “O primeiro shot de graça” pela Smirnoff, achei simpático e bem fluido tb.

Israel Silva: A que chamou mais a minha atenção acho q era da Trident (ou Drogaraia como disse um amigo meu kkkkk), ficou muito bom!

E essa sensação de Déjà Vu, como fica?

Fernanda Mello: Comida pizza Dominos, em um preço bem ok (20 reais). Mas achei escondido e a embalagem era do Rock in Rio!!!

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Lucas, Thaísa, Israel, Rodrigo, Inácio, Junior, Alexandre e Fernanda

+ João, Alexandre Souza, Afonso e Ray

Obrigada, galera! Vocês foram incríveis! Que venham os próximos festivais!

*Imagem de capa: Israel Silva

Carol Soares Por Carol Soares

Don't ask about my job. Don't ask what I do. Judge the way I dance.

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