Os 50 melhores festivais do mundo

Os 50 melhores festivais do mundo

Listar quais são os melhores festivais de música do mundo não é tarefa fácil. Mas a revista britânica Time Out encarou o desafio e montou um ranking com os 50 melhores festivais do mundo.

Apesar de a seleção ser um tanto bairrista – do total, 10 são festivais que acontecem no Reino Unido – há eventos do mundo todo, além de interessantes surpresas, como o Pentaport Rock Festival, da Coreia do Sul, e o Magnetic Fields , da Índia.

Infelizmente, nenhum festival brasileiro entrou no ranking.

O Pulso separou os principais destaques dessa lista que, com a própria publicação diz: “são os 50 festivais de música para experimentar antes de morrer”. Confira!

Wilderness Festival – Foto: Divulgação

O Reino Unido comanda

Como já dissemos, da lista dos 50 melhores festivais do mundo, 10 acontecem no Reino Unido. Além de gigantes consagrados como o Glastonbury, vemos festivais não tão tradicionais ocupando um espaço notável, caso do Wilderness, que chega na sua sexta edição em Oxfordshire, e tem garantido ingressos esgotados a cada ano.

No Wilderness, além do lineup destacam-se as experiências extremamente diversificadas, como teatro ao ar livre, palestras e debates, passeios a cavalo, a construção de yurts (tendas nômades), spa à beira do lago e até banquetes com renomados chefes de cozinha.

Sónar 2018 – Foto: Divulgação

Foco na Espanha

Outro país que aparece com mais de um festival de destaque é a Espanha. A Time Out destacou 3 eventos: Benicàssim, Primavera Sound e Sónar, afinal, como sempre dizemos aqui no Pulso, esses festivais são mesmo especiais, principalmente o Sónar, que acontece há 25 anos e já tem garantida uma célebre posição em qualquer lista sobre festivais.

Confia nosso review da edição 2018 do Sónar aqui.

Meadows in the Mountains – Foto: Divulgação

Leste Europeu

O ranking traz um bom espaço para festivais do Leste Europeu, como o Exit, da Sérvia, o Dimensions e o Outlook na Croácia, e o Sziget na Hungria. O mais diferente de todos, porém, talvez seja o Meadows in the Mountains, que rola na Bulgária.

Como o nome já sugere, o Meadows in the Mountains acontece nas Montanhas Rhodope, há 850 metros acima do nível do mar. Sua pegada é totalmente alternativa e ligada à natureza, com foco em receber um público diverso, de mente aberta e que busca encontrar harmonia social e autoexpressão em meio a uma verdadeira aventura cósmica.

Outside Lands – Foto: Divulgação

Queridinhos americanos

Coachella, Lollapalooza, South by Southwest, Burning Man… Quase todos os mega festivais dos Estados Unidos entraram na lista. Bem óbvio! Presenças como a do urbano e “modinha” Governors Ball também não espantam.

As boas surpresas ficaram por conta do canadense Mutek, que mescla música eletrônica e artes digitais, e o Outside Lands, com sede em San Francisco e que além das atrações musicais, oferece diversas instalações artísticas e uma produção ligada ao movimento verde que incluiu inúmeras iniciativas para tornar o festival ecológico.

Bahidorá Festival – Foto: Divulgação

Representante latino

Sem nenhum representante da América do Sul no ranking, só o México conseguiu agregar um pouco da vibe latina à lista com 2 festivais: o Vive Latino, que destaca artistas latinos e espanhóis, e o Bahidorá, que com sua energia transcendental e dance, também é chamado de carnaval eletrônico no meio da Cidade do México.

Magnetic Fields – Foto: Divulgaçao

Do outro lado do mundo

O Japão teve 4 festivais destacados pela lista da Time Out: Fuji Rock, Itadaki, Taico Club e The Labyrinth. Dois eventos da Coreia do Sul também entraram, com destaque para Pentaport Rock Festival, conhecido pelo público formado por fãs fervorosos e por seus cinco pilares – música, paixão, meio ambiente, DIY e amizade.

Outro festival interessante é o indiano Magnetic Fields. Ele é o principal festival do país, e gosta de se colocar como um evento que  une a Índia antiga e contemporânea e antiga Índia.

*Para conferir a lista completa com os 50 melhores festivais do mundo, acesse aqui.

Soraia Alves Por Soraia Alves

Jornalista formada pela UNESP-Bauru. Trabalha com web jornalismo e cultura pop.