Um Miniguia do que é Imperdível na Tribaltech 2015 - Pulso

Um Miniguia do que é Imperdível na Tribaltech 2015

Depois do retorno ano passado e de um line-up inicial impressionante para edição de 2015, o Tribaltech se firma como o festival de música eletrônica mais relevante do Brasil: não tem pro Sónar, nem pro Rock in Rio.

Vasculhei os nomes confirmados e preparei um miniguia do que é imperdível no Tribal de 2015.

Carl Craig – Lidera a lista dos fodões desta edição. Não está claro ainda se vem com o projeto Detroit Love ou se vem sozinho, mas não importa. O cara é figura respeitada da segunda geração do techno de Detroit e é imperdível em qualquer festival que se apresente.

Derrick Carter – Com uma passagem por Rio e SP muito festejada em maio, Carter (foto acima) volta ao Brasil em outubro para levar seu set para Curitiba. Representante master do house de Chicago, tem groove nos ossos – toca sem esforço, sorridente, com vontade. Acho que nunca ouvi alguém dizer que desgostou de um set dele.

Gaiser – Mesmo que a M_nus não ande bem das pernas de uns tempos pra cá, Gaiser é representante de uma época bacana do selo, ali por 2006/2008.

Danny Daze – Esqueça o preconceito com o rapaz de Miami, tem bass à beça para você se divertir.

Justin Martin e Claude VonStroke – Cada vez maiores na Costa Oeste dos EUA, a dupla traz as galhofas e os graves da Dirtybird para o Tribaltech.

Roman Flügel – As estranhezas de Roman é que fazem dele um respeitado produtor. Com um álbum muito muito elogiado nas costas (‘Happiness is happening‘), vá ao set do moço com a cabeça aberta para novidades.

Mathew Jonson – Tem um live que é impossível não se gostar, e também compôs ‘Marionette’. Não preciso dizer mais nada.

Rødhad – Dono da Dystopian (foto abaixo), é hoje um dos nomes a se procurar se sua onda é techno com inclinações dark: som pesado, claustrofóbico, sem grandes preocupações com melodia. A última aparição dele no Boiler Room vai te situar bem.

Pillow Talk – Pitadas de pop com uma ponte melódica entre o ‘rock’ e a pista de dança. Olha que beleza isso aqui.

H.O.S.H. – Confesso que não gosto taaaanto assim, mas entrou na lista por ser um integrante importante da Dyinamic (de propriedade do Solomun). Vale um confere sem grandes expectativas.

Cobblestone JazzIndia in me’ é razão mais que suficiente para te arrastar para o set deles.

https://www.youtube.com/watch?v=5oa6e3DcBbs

 

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