Review: Tomorrowland Bélgica 2017 - Amicorum Spetaculum - Pulso

Review: Tomorrowland Bélgica 2017 – Amicorum Spetaculum

As expectativas eram enormes para conhecer o tão aguardado “Amicorun Spetaculum”, palco que marcaria a décima terceira edição do festival Tomorrowland na Bélgica.

Foto Divulgação – Main Stage

Fiz uma promessa que esse ano eu iria conhecer todo o festival, cada cantinho, cada palco e registrar através do stories e por foto.

Foto Divulgação

O meu primeiro destino foi o restaurante Taste Of The World, onde eu iria desfrutar de um almoço com entrada, prato principal, sobremesa e uma taça de vinho. O menu degustação era para saborear as delícias do Peru.

Foto Divulgação

A entrada era composta por alguns patês (pesto, bacon, polvo), servido com pães, manteiga com sais marinhos e ervilhas salteadas na manteiga com sais marinhos.

Já o prato principal foi um cheviche com uma geléia de pimenta, salada de quinoa e milho agridoce.

De sobremesa, nada melhor do que saborear os deliciosos chocolates belga!

Um verdadeiro manjar dos deuses. Chocolate branco com frutas vermelhas e o outro uma espécia de pringles de chocolate meio amargo e ao leite. Uma delícia.

Menu Tast Of The World 2017 – Entrada, Prato Principal e Sobremesa

Estava tudo muito gostoso, saboroso mas como menu degustação é sempre pouca comida, vale repensar os 28 euros que eu paguei para esse almoço.

Finalizei o almoço e fui direto encontrar meus amigos no main stage para conhecer o palco principal desse ano. Digamos que o palco é bonito, não mais que nos anos anteriores, menor que alguns, porém recheado de detalhes que o deixou maravilhoso quando foi iluminado durante a noite!

Foto Divulgação

Um fato que não podemos deixar de comentar é o quanto essa edição estava cheia. Em 2014 quando eu fui, não me recordo ter tido nenhuma dificuldade para nada, esse ano tudo tinha muita fila.

Foto Divulgação – Freedom

Recentemente a organização do festival anunciou o palco Freedom que iria substituir o clássico Opera House que ficava próximo da roda gigante. A frente do palco é bem imponente, cheio de detalhes, led, cenografia impecável, porém quando você entra é aquela decepção. Uma boate foi feita naquele espaço, lembrando o The Garden Of Madnes que também era um palco fechado e tinha uma piscina como anexo.

Foto Divulgação – Freedom

Dessa vez a roda gigante também foi um destino que resolvi entrar e conferir a tão falada vista do festival pelo alto! Realmente incrível, mas ficaria mais incrível se o palco Freedom que é logo abaixo fosse aberto.

Foto Divulgação

O palco assinado pelo selo Elrow, estava bem interessante, numa área bem grande, próximo a praça de alimentação acima do main stage. Lá também era possível encontrar o ponto de refil de água free!

Foto Divulgação – Elrow

Dois palcos que me surpreenderam, foi o The Garden Of Madness e o Core. Totalmente reformulado e open air, o The Garden Of Madness recebia o selo My House, do Martin Solveig na sexta-feira.

Foto Divulgação – The Garden Of Madness

O palco era uma espécia de pirâmides cheia de led, com umas fontes que jogavam água para o alto e nas pick ups, Michael Calfan, Kungs e Duke Dumont faziam sets com o melhor do house e tropical house do momento!

Vale lembrar que esse palco era fechado como já citei acima e nesse ano ele se transformou e ficou muito mais interessante.

Já o palco Core assinado selo Drumcode naquele dia. Foi o último palco que eu entrei e tinha uma fila de espera, logo você já imaginava que boa coisa deveria ter ali.

Foto Divulgação – Core

Naquele momento quem estava tocando era o duo Pan Pot. O palco ficava no meio da floresta, sim, no meio de uma área cheia de árvores e todo o palco era de madeira. Um pegada sustentável, com uma sonzeira de respeito.

O palco The Book Of Winsdow assinado pelo selo V Sessions tocava o EDM main streaming e teve a presença do DJ brasileiro, Alok na sexta-feira.

Foto Divulgação – The Book Of Wisndow

O palco The Arch, recebeu o selo Super You&Me do dj holândes Laidback Luke. Achei o som muito pesado e sinceramente deixou a desejar. Mas fiz questão de ir até eles para conferir todo o design e cenografia de perto.

Foto Divulgação – The Arch

Musicalmente falando, o festival está bem mais comercial do que eu imaginava. Muita repetição de músicas por parte dos djs. Poucos lançamentos, uma pegada bem misturada de pop, hip hop, trap.

Alguns DJs tocaram músicas que marcaram o meu ano de 2014 quando estive ali. Isso realmente me deixou com um questionamento no ar: O que aconteceu com a música eletrônica comercial de alguns anos para cá?

Foto Divulgação

Para concluir o meu review, não poderia deixar de citar o quanto os banheiros estavam limpos quando precisei usar, a segurança sempre rigorosa na entrada do festival, o atendimento ao público sempre cordial e atencioso e o preço nos bares não estavam caros.

Foto Divulgação

Coloquei 50 euros na minha pulseira que davam 32,50 pearls e não gastei nem metade. Red Bull 2 pearls, Batata Frita 4 pearls, Água 1 pearl! Ou seja, eu sinceramente achei bem sussa!

Foto Divulgação

O momento mais consagrado main stage foi sem dúvida o set do Eric Prydz e o seu encerramento com a música Opus e como eu nunca tinha visto Axwell & Ingrosso juntos, foi realmente surpreendente, um baita set recheado dos hits que fizeram a EDM um dia ser um grande sucesso!

Ana Luiza Cavalcante Por Ana Luiza Cavalcante

Desde 1990 ouvindo e respirando música. Produtora de eventos com base em Belo Horizonte mas que não deixa de viajar pelo mundo atrás do que ama: festivais.

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