Review Festival Bananada - Um Festivalzão de Música Independente na Terra do Pequi e do Sertanejo - Pulso

Review Festival Bananada – Um Festivalzão de Música Independente na Terra do Pequi e do Sertanejo

“- Um festival de música independente em Goiânia?”

“- Sim, com certeza.” Eu te respondo.

Lá se vão 18 edições de Bananada, neste último caindo como uma bomba meteórica de muita música, dando a cor, o tom e a rima de como se produzir um “festivalzão” no Goiás.

Terra do pequi e do sertanejo, mas lotando um festival com um bando de alternativos e roqueiros que somos! Pensa em um monte de pintinho no lixo, com bandana de banda? Bom demais esse trem!!

Mesclando atrações de peso na música independente com promessas recentes do rolê dos festivais, teve para todos os gostos.

I Hate Flash

Oportunidade é uma palavra muito relevante para este festival, que proporcionou inúmeras aos seus participantes. Foi uma explosão de interações de mappings nas obras do Centro Cultural Oscar Niemeyer, espaço para a família se divertir, tatuagem, compras, gastronomia e música.

I Hate Flash

Mostrando que festival se não for para se ter experiências diferentes e inspiradoras, misturando música com outras vertentes artísticas e sinestésicas, a gente nem sai de casa! Não é mesmo?

I Hate Flash

Shows como os do Baiana System, Mutantes, Carol Conka e Mano Brow fizeram tremer o chão, pingar mais suor e litros cerveja, que diga-se de passagem no final do domingo estava com chopp dose dupla para comemorar o sucesso do evento.

I Hate Flash

A gente comemorou o sucesso do evento e o sucesso dos preços, que para comparar com outros festivais estava tudo bem barato. Luiza Lian, novidade que eu muito aguardava, cumpriu sua proposta e encantou todo mundo, mesmo em um palquinho minúsculo do palco Spotify.

Mas, antes minúsculo dando chance para novos artistas do que nada. Deu para satisfazer nossa sede de novos artistas.

I Hate Flash

O palco ElClub e Slap me puseram  para dançar do inicio ao fim, com bandas e djs já mais conhecidos pelo público e que arrebentaram.

Saldo Final

Um festival muito feliz e necessário. Disposto a ousar para lugares fora do comum, sem a gente perder tanto o conforto.

Artistas com microfone aberto para dialogar e propor no palco questionamentos sobre a cultura do Brasil.

E, que continue propondo para que mudanças positivas e coerentes continuem reverberando na cultura deste país e ganhando cada dia mais força.

Certamente Bananada e eu já apoiamos. Impecável na entrega e um gostinho de quero mais na saída.

Para mim está muito certo, encontro vocês na próxima edição!

Mariana Guel Por Mariana Guel

Há doze anos no mercado, Mariana Guel é uma incendiária artística, atuando no setor de produção cultural e marketing, sempre buscando alinhar inovações culturais com o setor corporativo e o empreendedorismo social.

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