Retrospectiva Pulso: Os Melhores Shows Internacionais de 2017 - Pulso

Retrospectiva Pulso: Os Melhores Shows Internacionais de 2017

As apresentações internacionais que estarão na nossa roda de conversas durante muito tempo.

TEARS FOR FEARS NO ROCK IN RIO (Por: Aninha)

Aquela banda que foi influência de família e que eu sempre quis assistir… Quando o Rock in Rio anunciou que teria Tears For Fears (aka “Tias Fofinhas”), foi a primeira certeza que eu tive que 2017 seria o ano que eu não iria faltar ao festival. Ouvir todos os sucessos de pertinho e com a minha mãe do lado foi bem legal, experiência única.

I Hate Flash

ANDERSON .PAACK AND THE FREE NATIONALS NO SÓNAR BARCELONA (Por: Carol Soares)

Anderson .Paak é o cara

Nem todo artista tem a habilidade (e sensibilidade) para encantar da mesma forma no álbum e no show. Mas Anderson .Paak e sua banda conhecem não apenas as limitações, mas se apropriam maravilhosamente de todas as vantagens de cada um desses meios. Depois do maravilho álbum Malibu, o show é uma porrada de swing, talento e uma energia sem fim. Quase não consegui dançar porque passei a maior parte do tempo de boca aberta! Seria com a certeza a principal razão pra me levar ao Lollapalooza Brasil 2018.

JON HOPKINS NO DEKMANTEL AMSTERDAM (Por: Daniel Tambarotti)

Hopkins tocou no palco principal no último dia do festival, penúltima atração da noite, conseguiu encaixar perfeitamente as belezas melódicas das suas produções num set que transbordou vigor, tendo seu ápice durante os 20 minutos em que caiu um toró. Uma hora e meia de emoção e pancadão.

THE BLACK MADONNA NO PALCO ELETRONICA DO ROCK IN RIO (Por: Diego Moretto)

Em um dia em que tudo poderia ter dado errado, o palco mais improvável salvou o festival. Foi dia de música eletrônica no Rock in Rio, bb.

Diego Moretto

LORDE NO GLASTONBURY (Por: Fernando Massuyama)

Assim como no seu álbum novo (Melodrama), ela mostrou bastante evolução musical e em sua desenvoltura em relação às tours do álbum de estréia. Perfect Places, Team e Green Light ficaram muito boas na sequência final do show.

Foto Divulgação

APHEX TWIN NO NOS PRIMAVERA SOUND (Por: Franklin Costa)

Impossível escolher um! The Roots no SXSW foi de arrepiar os pelos. Assim como o bailão do Metronomy no NOS Primavera Sound ou o Anderson .Paak & The Free Nationals no Sónar. Mas sem dúvida o “show” mais inusitado, autoral e marcante foi a apresentação do irlandês Richard D. James, akaAphex Twin. Estou ainda tentando entender o caminhão que passou por cima da minha cabeça… Pensa na trilha de um episódio do Black Mirror dirigido pelo David Lynch. Sacou? Foi assim: perturbador, violento, belíssimo, complexo, irônico, futurista, onírico e provocante do início ao fim. Bravo, bravíssimo!

Aphex Twin – O Pródigo

JUSTICE NO GLASTONBURY (Por: Inácio Martinelli)

O show do Justice no último dia de Glastonbury foi um dos melhores que eu já vi na vida. Os hits do duo francês ganham força ao vivo e são acompanhados por imagens incríveis espalhadas por diversos telões de LED, que se movimentam durante a apresentação. Impossível não ficar de queixo caído. 

Foto Divulgação

KSHMR NO ELECTRIC ZOO BRASIL (Por: Pedro Américo)

A intensidade e extravagância da cultura indiana presente na performance do DJ KSHMR, fez dele a melhor surpresa no Electric Zoo Brasil. O Main Stage do festival foi um prato cheio pra quem curte EDM, cheio de efeitos visuais, pirotecnia e som enérgico. O destaque do DJ filho de imigrantes indianos é trazer sua cultura para o palco, tanto no som quanto no visual. De uma maneira bem teatral durante o set, é contada uma lenda nos telões, com enredo marcado por som e imagens amarrando o set do início ao fim. Extasiado ao final do show, eu só conseguia pensar: “Pois é… a EDM não morreu não.”

Foto Divulgação

NILE RODGERS NO ROCK IN RIO (Por: Rodrigo Rodriguez)

Um dos shows mais inesquecíveis de todos os tempos no país, onde um dos maiores inventores musicais de todos os tempos deu uma verdadeira aula de história musical no palco. Ao tocar grandes clássicos que ele produziu de artistas como Madonna, David Bowie, Duran Duran e Sister Sledge, sua banda espalhou um clima de grande nostalgia e felicidade, criando ali um grande baile de disco, funk e soul, que terminou com hits recentes como Get Lucky, do duo Daft Punk.

I Hate Flash

THE WHO NO ROCK IN RIO (Por: Soraia Alves)

Nada na noite que The Who tocou no Rock in Rio foi mais importante e épico. NADA, ok Guns n’ Roses?!

I Hate Flash

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