10 Posts Para Entender Festivais na Era Pós Digital - Pulso

10 Posts Para Entender Festivais na Era Pós Digital

Se você é leitor assíduo do Pulso, sabe. Somos apaixonados por festivais, muito além da música.

Graças a Internet, smartphones e redes sociais, os festivais hoje em dia não mais são apenas espaços para escutar seus artistas favoritos.

Estes eventos foram ressignificados em uma nova lógica pós-digital. Representam zonas autônomas, não mais temporárias, que também atuam como pano de fundo para discussões sobre identidade, política, moda, sustentabilidade, tecnologia, gastronomia, inovação, espiritualidade e estilo de vida.

Fazendo jus à nossa missão, seguem abaixo 10 posts que publicamos em 2016 e que melhor representam esse novo espírito do tempo:

10 – Expandindo a Consciência: Um Mergulho nos Festivais Transformativos (por Marcela Micelli)

Há muito tempo, no início da civilização, nossos antepassados reuniam-se em grupos, entoavam cânticos, praticavam rituais e dançavam ao redor do fogo sob a luz dos astros. Num mundo aficcionado pela tecnologia, é curioso observar como os festivais transformativos ganham cada vez mais relevância (leia também: Mas Afinal Que São Festivais Transformativos).

Foto: Daniel Jung

9 – Primavera Sound ou Como Ocupar uma Cidade com um Festival (por Franklin Costa) 

O que acontece quando a iniciativa privada, órgãos públicos e uma cidade inteira se mobilizam para receber um festival. Até quando esperar, Brasil? (leia também: Iphan e Ultra Brasil, Por Que Não Conversar?)

El Dia del Minimusica. Foto: Dani Canto

8 –  Crianças e Festivais: Uma História de Amor em Plena Expansão (por Marcela Micelli)

O primeiro grande festival do Brasil foi o Rock in Rio, há mais de 30 anos. Agora, os filhos e dos netos daquela geração participa cada vez mais destes eventos. Neste ano, surgiram os primeiros festivais voltados exclusivamente para crianças. Beijinho, beijinho Planeta da Xuxa. Hello, festivais!

Foto: Divulgação Wilderness

7 – Sencity e Outros Festivais Inclusivos (Por Inácio Martinelli)

Festivais para surdos? Sim, temos. Para cegos? Também. A inclusão nos festivais é um tema cada vez mais recorrente e este post explica porque essa não é apenas uma tendência. E, sim, um novo paradigma.

Foto: UOL

6 – Edward Snowden e Direitos Humanos no Roskilde Festival (por Marcela Micelli)

Os três maiores festivais da Europa e Reino Unido – Glastonbury, Roskilde e Sziget – deram uma aula de política e cidadania neste ano. (Leia também: Sziget Dá Uma Lição de Cidadania Durante Os Jogos Olímpicos)

5 – Porque o Inhotim Deveria Fazer Seu Próprio Festival – e Não Importar o SXSW para Cá (por Carol Soares)

O Inhotim é um lugar incrível e que – definitivamente – não precisa importar uma marca gringa para se fazer relevante. Mais que isso, explicamos de forma didática e com propriedade porque não tem absolutamente nada a ver comparar a experiência de Austin com a de Brumadinho.

Foto: Jay Janner

4 – Precisamos falar Sobre Sustentabilidade nos Festivais (por Marcela Micelli)

Verdade seja dita: os grandes festivais podem ser também os piores vilões da natureza. Neste post, analisamos como os festivais do futuro já estão se posicionando “por um mundo melhor”.

Ação de reciclagem no Coachella

3 – Drogas Nos festivais: Porque Não Falamos Abertamente Sobre Redução de Danos? (por Franklin Costa)

Pouca gente sabe, mas este post levou quase um mês para ser finalizado. Conversamos com autoridades da área, lemos vários sites de ONGs, livros e publicações especializadas para chegar a conclusão que a política de Redução de Danos em festivais é uma medida que deveria ser implementada em todo mundo. E pra ontem. Tirem suas próprias conclusões.

O voluntário Cameron Butler testa a qualidade das drogas no Shambhala Music Festival. Foto: Alexandra Posadzki/The Globe and Mail

2 – Glastonbury Escreve Mais Um Capítulo na Discussão Sobre Gênero (por Marcela Micelli)

O Glasto entrou de cabeça na luta pela equidade de gêneros e anunciou a criação de um palco exclusivamente voltado para mulheres, o The Sisterhood. Segundo as organizadoras, o local será uma “pista revolucionária” aberta a todas aquelas “que se identificarem como mulheres”.

“No Reino Unido, a diferença de salários, a violência doméstica e a prostituição estão dando luz à questão. O Sisterhood busca oferecer um espaço voltado para as mulheres se conectarem, se conhecerem e dividirem suas histórias, além de se divertirem e aprenderem a melhor maneira de se apoiar”

1 – Old Love Dies Hard: Sobre Ser Um Believer Third Age nos Festivais (Afonso Rodrigues)

Nosso post favorito de 2016 foi escrito por um cara que encontramos em quase todos os festivais que fomos no Brasil neste ano. Afonso Rodrigues é professor, nasceu antes do Woodstock e nos deu uma aula de empatia, sensibilidade e amor à pista. Toda vez que nosso pulso fica fraco, a gente vai lá e dá uma lida de novo neste emocionante post (Se curtiu, leia também: Festival  Tem Idade? )

Afonso Rodrigues

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